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Política

CHAPO EXALTA MEMÓRIAS DE TOMAZ SALOMÃO E RECOMENDA LEITURA À JUVENTUDE

O Presidente da República, Daniel Chapo, considera que a obra “Moçambique, Meu País: O que Vi, Vivi e Senti…”, do economista Tomaz Salomão, é um testemunho essencial para compreender as cicatrizes e os desafios do percurso moçambicano pós-independência.

 

O Presidente da República, Daniel Chapo, defendeu publicamente que o mais recente contributo literário de Tomaz Salomão, antigo Secretário-Executivo da SADC, deve tornar-se uma leitura obrigatória para a juventude moçambicana. Durante a apresentação da obra em Maputo, no passado dia 12 de Março, o Chefe de Estado sublinhou o valor pedagógico do livro, que atravessa momentos fracturantes da história nacional, desde a proclamação da independência em 1975 até à tragédia de Mbuzini em 1986.

 

Para Daniel Chapo, a obra — que integra um conjunto de quatro volumes  é um exercício de memória, e um instrumento de análise política e económica. O estadista destacou a forma como Salomão descreve o impacto destrutivo do regime do apartheid e da guerra dos 16 anos, que “destruiu o tecido social e económico” que deveria ter sustentado o desenvolvimento inicial do país.

“É uma obra que descreve a nossa história recente”, afirmou o Presidente, notando que o autor consegue transpor para o papel, de forma acessível, as reflexões de quem viveu os bastidores das decisões que moldaram o Moçambique actual.

Além do rigor histórico, o Chefe de Estado apontou que o livro oferece pistas para o futuro, focando-se em pilares como a ética, a integridade e a moral. Chapo aproveitou a ocasião para reforçar a atualidade do pensamento de Tomaz Salomão no debate económico contemporâneo, citando as propostas do economista para o aumento da produção interna e a redução da dependência de importações, num contexto global de incerteza.

Pelo seu valor documental, o Presidente defendeu que a obra deve ser integrada nos acervos das instituições de ensino, servindo como base de estudo para as áreas de História, Economia e Ciências Políticas.

Lançada originalmente a 5 de Março na cidade da Beira, a obra surge num momento em que Moçambique se aproxima do seu cinquentenário, reafirmando, segundo Chapo, a “esperança e determinação” do povo em construir um futuro melhor apesar das adversidades enfrentadas.

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Zambézia 24 horas

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