O Edil de Quelimane, Manuel de Araújo, reconheceu a greve dos funcionários municipais e acusou abertamente o Ministério das Finanças de excluir a cidade na canalização de fundos previstos por lei, apontando um alegado favorecimento na distribuição de verbas a outros municípios. Falando à imprensa durante uma visita de fiscalização a obras na Avenida Agostinho Neto, o edil considerou legítima a marcha dos trabalhadores na reivindicação dos seus direitos constitucionais. Manuel de Araújo avançou que a dívida para com os funcionários do Conselho Autárquico já se arrasta desde Abril do ano passado, somando 14 meses sem transferências do governo central, num valor estimado em mais de 80 milhões de meticais.

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