Funcionários do Conselho Municipal de Quelimane encerraram as portas da instituição em protesto contra o atraso salarial que já se arrasta há sete meses. Os trabalhadores afirmam que a paralisação é por tempo indeterminado e que os serviços públicos não serão retomados enquanto a edilidade não liquidar a totalidade dos ordenados em causa. Por sua vez, o gabinete do Presidente do Conselho Autárquico justifica que o impasse se deve à falta de canalização de fundos e duodécimos por parte do Ministério das Finanças, lançando a autarquia numa crise administrativa e financeira.

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